Quando pensamos em trilha sonora para filmes e afins, logo imaginamos uma banda tocando uma música famosa ou aqueles sonszinhos de fundo que ninguém dá atenção, mas há alguns anos atrás não era bem assim, havia todo um trabalho por trás das câmeras para fazer tudo acontecer. Não é todo dia que vemos uma trilha sonora ser imortalizada e atingir um patamar acima do filme em questão, sendo o filme uma obra imortalizada na história do cinema. Pois bem, quem assistiu The Good, The Bad and The Ugly (Três Homens em Conflito) sabe do que estou falando, mas mesmo quem não assistiu conhece. Sabe aquela musiquinha de assoviada de western que todo mundo conhece? É obra dele, vide o vídeo abaixo.
28/01/2011
Psicose! - #002 - "Il Maestro"
Quando pensamos em trilha sonora para filmes e afins, logo imaginamos uma banda tocando uma música famosa ou aqueles sonszinhos de fundo que ninguém dá atenção, mas há alguns anos atrás não era bem assim, havia todo um trabalho por trás das câmeras para fazer tudo acontecer. Não é todo dia que vemos uma trilha sonora ser imortalizada e atingir um patamar acima do filme em questão, sendo o filme uma obra imortalizada na história do cinema. Pois bem, quem assistiu The Good, The Bad and The Ugly (Três Homens em Conflito) sabe do que estou falando, mas mesmo quem não assistiu conhece. Sabe aquela musiquinha de assoviada de western que todo mundo conhece? É obra dele, vide o vídeo abaixo.
27/01/2011
Desabafo Nº 5

A vontade de fazer algo que muda o mundo, algo que revolucione e de alguma maneira melhore o poço de lama onde você vive, sempre aguçou os sentimentos dos jovens mais propensos a realmente se importar com algo que mereça mais tempo que uma hora diária nas noites do culto a novelinhas que servem de lavagem cerebral das crianças e condicionamento de suas mamães e papais. A chama da revolução não passa de uma pequena fagulha que é alimentada com migalhas úmidas de um pão sabiamente chamado de “ajuda de custo”. O poder do povo mais parece uma rinha de galos, onde os donos dos animais se reúnem de tempos em tempos e assistem os menores sangrarem, para nomear seu dono campeão, vencedor e presidente. Infelizmente eu não posso fazer nada quando a água bate aos meus pés se nem ao menos, nadar eu sei, alguns aprendem quando a água atingem a altura do peito, mas nessa hora já é tarde e não existem pra onde ir. Tudo o que eu vejo em meu bairro é desgraçado aos meus olhos e o pior é que ele corresponde a uma pequena fração de um plano maior da maldita terra livre onde eu não posso expressar o que tenho vontade, da maneira que tenho vontade sem ao menos provar da privação de liberdade por uma noite. Crianças que deveriam saber o verdadeiro sentido de ir a escola, praguejam o fato de as férias estarem acabando. Hoje a escola se tornou para os pais, uma obrigação para que não levem sua criança de seus braços e para que ele não perca a maldita “ajuda de custo”. O estudo e o conhecimento hoje, se tornaram um maldito catálogo, onde a maioria escolhe aquilo que poderá lhe trazer mais lucro, de acordo com a força de vontade própria naquilo que previamente será chamado de trabalho, mas que ao começar, será chamado de desgraça. Ninguém mais estuda por querer saber, por conhecer, por realmente ficar inteligente, ninguém mais canta pra “alegrar a alma” a não ser a alma do real, a alma de presidente verdes e mortos, e rainhas que insistem nesse sistema falho e morto que só se vê em outro lugar, sendo este nas páginas de romances medievais. Ninguém mais cria, só existe a procriação e propagação de conceitos que eu poderia respeitar, mas sou livre pra acreditar num deus que eu mesmo criei e que encontro dentro de meu próprio peito sem ter a necessidade de estar presente em um templo para adorá-lo.
A comodidade arrombou as portas das donas de casa e derramou seu leite, fazendo com que elas não fizessem nada a não ser chorar pela desgraça e limpar o chão com o pano imundo tecido pelo conformismo. Em minha mais singela opinião, o leite derramado só faz em atrair moscas, essas por sua vez atraem aranhas, que chamam os pássaros e quando se percebe já foi criado todo um universo novo e diferente do anterior com o leite dentro do jarro, porém infelizmente, ninguém derrama o leite por vontade própria, ninguém quer arriscar lutar por algo novo e abrir mão da única coisa que cada um pode dar pelo outro, o suor e esforço, ninguém mais liga pelo bem ou satisfação que não seja a própria, ou em raros casos por alguns poucos debaixo do próprio teto.
E mesmo depois disso tudo eu só consigo me lembrar de uma citação:
“Havia um motivo pra contar essa história, mas, temporariamente fugiu da mente do autor” Douglas Adams
Jeff Araújo
26/01/2011
Poesia Virtual - 002 - H.B.Neto
H.B.Neto: Eu me inspiro numa corrente imediatista, não necessariamente ligada a um escritor. Mas gosto de Machado, Lispector, João Ubaldo e internacionalmente aprecio Saramago, Sheldon e Victor Hugo.
Presta atenção!
25/01/2011
As Crianças Das Covas parte 4
- Bom dia senhoras. - disse com a voz alegre, aquela hora do dia já estava quente ele sentiu uma gota de suor descer pelo rosto e ir parar no chão.
- Bom dia moço, dormiu bem? Perguntou Maria fingindo que nada tinha acontecido com eles a noite.
- Muito bem eu estou com fome tem algo para comer?
- Tem sim. - foi Katia quem disse apontando a mesa onde tinha alguns pães, café e leite quente. - Separamos um pouco se não os roceiros comiam tudo.
Sorrindo ele entrou na cozinha sentou-se a mesa e começou a comer, conversaram sobre como era o clima e o crime em São Paulo, de como a vida ali era diferente de como tudo ali era mais barato, de como cada mês em Pedra vermelha pareciam um longo ano conversaram ate que ele terminou o café, se levantou e disse ainda com a boca cheia.
- Eu vou passear um pouco, vou visitar a casa onde meu avô morou.
- No engenho velho? Foi Katia quem perguntou e Sílvio fez que sim com a cabeça, antes de sair ele subiu ao seu quarto e apanhou na mala um caderno e uma caneta, desceu novamente e teve um sobressalto, ao ver as fotos na parede teve a impressão que a menina que aparecia nos retratos era a mesma que ele tinha visto em seu sonho.
- Algum problema moço? Perguntou Maria encostada na porta da cozinha, Sílvio olhou para os retratos e depois para a mulher era melhor não fala nada sobre aquele assunto. - Não é nada, você pode me dizer qual o melhor caminho para chegar ao engenho?
21/01/2011
Psicose! - #001 - Tempo da geração insípida...
18/01/2011
Poesia Virtual - 001 - Josiane Dagort
Erik Luthor: Vamos começar com o básico qual seu nome completo, idade, de onde veio, onde reside e onde te encontro na internet?
Josiane Dagort: Josiane Cristina Armani Dagort, 23 anos, Xanxerê-SC, me encontra na web em: www.talvezvocetropecenisso.blogspot.com, www.porjohdagort.blogspot.com, www.conclavedosdeuses.blogspot.com, e em josidagort@gmail.com.
Erik Luthor: Armani que chique se precisar de um terno é só falar com um parente seu?
Josiane Dagort: Pois é (risos), existe um parentesco com o italiano mas não me lembro qual.
Erik Luthor: Na sua opinião o que chama mais atenção em sua poesia?
As Crianças Das Covas parte 3

- Você me poupou um trabalho enorme vindo para cá. - A voz era de criança mas era carregada de ódio e desgosto.
- Quem é você? Perguntou Sílvio sem saber se estava acordado falando com o nado ou dormindo profundamente e tendo o sonho. - Por que matou meu pai e me avô.
O menino ergueu um pouco a cabeça e Sílvio pode ver que ele não tinha carne no rosto, o cranio sujo de terra, buracos nos ossos, restos secos de carne, corpo sem pele sem veias sem sangue, as roupas estava comidas aqui e acolar.
- Matei seu avô por dinheiro, e como o dinheiro maldito continuou lá eu matei seu pai e como continua lá eu...
O menino com metade do corpo na sombra e a outra metade na luz não mexia o cranio ao falar, Sílvio ouvia sua voz infantil na cabeça, sentia medo.... olhou para a porta e notou que tinha mais figuras paradas ali, um grupo de crianças nas sombras, não conseguia contar quantas eram, a frente notou uma garota de cabelos cumpridos que também usava chapéu, conseguiu distinguir no grupo um bebe no colo de uma outra menina.
A menina que estava a frente entrou no quarto estava com roupas de festa ou de ir a misa no domingo, vestido e sapatos brancos tudo sujo de terra, um chapéu parecido com os das bonecas antigas cobrindo a cabeça e os olhos, a menina colocou a mão suja sobre os ombros do menino esquelético, seus lábios estavam vermelhos e carregavam um sorriso sarcástico.
- Quem são vocês? Sílvio perguntou e a menina sorriu medonhamente dado-lhe um arrepio causado antes apenas quando tinha visto seu pai ser enforcado por aquela figura esquelética na sua frente.
- Somos atormentados. - disse a menina com a voz mais linda que Sílvio já tinha ouvido. - E a culpa é de vocês enquanto o ultimo estiver em pé nos também estaremos. - sua voz era linda, Sílvio quase esqueceu que vinha de um zumbi de um mini-demônio.
- Que foi moço... quer um beijo meu? Perguntou a menina mostrando dentes amarelos e gargalhando alto...
Sílvio acordou suando e tremendo, o dia estava quente e ele estava sozinho, lembrava tudo, da noite maravilhosa com Maria, lembrava do que tinha vindo fazer.
Olhou o livro sobre o travesseiro apanhou ele e pegou a foto-marca-pagina.
- Cinco dias vovô, cinco dias pai, em cinco dias eu descubro que maldição é esta e talvez não encontre vocês tão cedo.
continua...
Marcos "O genio do Mal"
16/01/2011
Cast de Bolso - #001 - A Torre Negra
Boa noite viajantes!
E-mail:
osdevoradoresdeletras@gmail.com
Tempo de duração: 15 min
14/01/2011
Psicose! - #000 - Piloto
Devoradores de cara nova!!!
Entrem sem bater e fiquem a vontade na nova casa de vocês!
Estamos estreando este novo visual cheio de magia e novidades e logo estrearemos as nossas novidades como as novas colunas e o Cast de Bolso.
Fiquem ligados e divirtam-se com as diversas atrações deste blog que tanto conhecem e amam.
Abraços!!
07/01/2011
012 - Bram Stoker
É com uma infindável honra que venho até vocês lhes falar sobre essa nova aliança, no primeiro (espero eu, que seja o de muitos outros futuros) episódio do ano Erik Luthor, Evandro Sal (Sexta Meia Noite), Marcos “O Gênio do mal”, Marlon Master (Sexta Meia Noite) e Jeff Araújo se reunem num papo sombrio e noturno sobre Bram Stoker, o grande criador da grande obra Drácula. Descubra o que ele tinha em comum com um dos seres da meia noite, saiba em que criatura maligna que já caminhou sobre a Terra ele se inspirou pra criar o infernal vampiro e perca a conta de quantas salvas de palmas podem ser ouvidas nesse podcast!!!
Tempo de duração: 90 min.
01/01/2011
Carne Humana
No copo escondi meu eu verdadeiro Me libertando das dores de outrora
Agarrado ao desespero de agora
Que me destrói o coração por inteiro
Que me falta nesta vida bandida
Senão um rumo prodigioso
Sinto um fascínio horroroso
Por querer encontrar uma saída
Nas alamedas do medo caminho só
Cantarolando lamúrias de fúria
Com a garganta enforcada em um nó
Devaneio sobre lutas celestiais
Mas ao encontrar a solidão eminente
devoro-me como aos meus canibais












